As Caravelas da Poesia - Die Karavellen der Poesie

As Caravelas da Poesia - Die Karavellen der Poesie

Sergio, Beija-Flor-Poeta


EUR 14,90

Format: 13,5 x 21,5 cm
Seitenanzahl: 128
ISBN: 978-3-95840-838-8
Erscheinungsdatum: 11.11.2019
Adãos die magische Hälfte, Catarina eine lyrische Rosenknospe und Luis die verbindende Schleife - Lissabons Kinder symbolisieren in bildhaften Versen Freundschaft und Liebe.Os filhos de Lisboa simbolizam amizade e amor em versos imagináveis.
Prefácio

A leveza é tão ingênua quanto encantadora, com a qual os poetas se apaixonam …! Você vê: o Beija-Flor passou alguns dias em Portugal e ele voltou apaixonado, como se diria por lá …

Quem realmente tira proveito somos nós, os leitores.

Neste livro, “As caravelas da poesia“, junto com mil explicações do amor imortal, ao que parece, o poeta canta as belezas e a elegância de uma mulher.

Ele usa expressões em português de Portugal e assim salva palavras que conhecemos, mas que foram esquecidas por falta de uso. Ao mesmo tempo, dá-nos a sensação de que temos os poetas do século XIX à nossa frente.

Tão gostoso, tudo isso e muito mais. Eu proponho deixarmos suas Poesias agir sobre nós e assim mergulharmos nos sentimentos do autor.

Regina Drummond,
Escritora



Vorwort

Die Leichtigkeit ist so naiv wie charmant, mit der die Dichter sich verlieben! Sie sehen: Der Beija-Flor verbrachte ein paar Tage in Portugal und schon kehrte er verliebt zurück, wie man dort sagen würde …

Wer wirklich profitiert sind wir, die Leser.

In diesem Buch, „Die Caravellen der Poesie“, neben tausend Erklärungen der unsterblichen Liebe, bis zu dem Punkt, so scheint es mir, in dem der Poet die Schönheiten und die Eleganz einer Frau besingt.

Er verwendet Ausdrücke in Portugiesisch aus Portugal und damit rettet er Worte, die wir kennen, die aber aus Mangel an Gebrauch in Vergessenheit geraten sind. Gleichzeitig gibt er uns das Gefühl, dass wir die Dichter des 19. Jahrhunderts vor uns haben.

So geschmackvoll, all das und noch viel mehr. Ich schlage vor, lassen wir seine Gedichte in uns fließen, um dadurch in seine Gefühle einzutauchen.


Regina Drummond,
Schriftstellerin



A nação Alentejo

Alentejo Brasil.
Alentejo Portugal.
Alentejo varonil.
Alentejo colossal.

Nas Ruas das Portas de Santo Antão,
Abertas para o mundo,
Abertas para a conscientização.
Tu, Alentejo de minha vida,
Vida que de amores te quero bem.
Alentejo, tu que és de todos,
Não és meu e nem de ninguém.



Die Nation Alentejo

Alentejo Brasilien.
Alentejo Portugal.
Alentejo mutig.
Alentejo kolossal.

Auf den Straßen Sankt Antãos Pforten,
Offen für die Welt,
Offen für die Bewusstseinsströme.
Du, Alentejo meines Lebens.
Leben, das ich lieben will.
Alentejo, du gehörst der Welt,
Mir nicht und niemandem sonst.



Evidências do amor

Os trilhos das caravelas revelam
A eternidade que és quando navegas
Das marés os mares
Tais comboios a velejarem
No horizonte azul dos olhos teus
Infinita a perfeição
Esse teu céu
Onde me perco:

Lisboa teus cabelos são cascatas
Onde a incansável brisa se sacia
E nossos lábios umedecem
Tu rosa em pleno mar
És ainda o botão de mulher menina.



Offenkundig: Liebe

Die Wasserwege der Karavellen
Weisen auf deine Ewigkeit hin
Während du über Meereswellen segelst
Und ich mich verliere
Im blauen Horizont deiner Augen.

Du, Lissabon, Lebensnektar
An dem die Brise sich satt isst und
An der wir unsere Lippen benetzen.

Du, Rose auf hoher See
Noch bist du eine Knospe im Hochsommer
Bald wirst du eine Barke sein.



As faces da vida

O galo, o rei da fazenda
Com o seu majestoso canto
Alimenta e desperta as nossas vidas
Pro mais novo dia
Nessa modernidade que somos nós
E nas retinas da memória
Forma-se um mágico encanto
Nos olhos cheios de lágrimas
Misturadas com a mais pura felicidade
De voltarmos às nossas raízes:
Pai e mãe, filhos da natureza,
Realizados humanos os seres,
Tão pacatos, tão simples,
Tão humildes de coração,
Tão, tão cheios de esperanças
Pros filhos – suas crianças,
Geração que, de tão moderna,
Quase esquecem o que é viver em liberdade,
Presas pelas impostas leis da sociedade
Onde não vivemos e sim: vegetamos.
Esse galo que canta no telhado,
No meio do jardim, escondido no mato,
Ecoa seu cantar em operetas
Compostas por nossos avós,
Vivos em nós, que ninguém pode apagar:
Mente da memória: terceiro olho divino
Do que somos e sempre seremos.



Gesichter des Lebens

Der Hahn, König auf dem Hof,
Mit seinem majestätischen Gesang
Ernährt er uns und erweckt uns zum Leben
Für einen neuen Tag.
So modern, wie wir sind,
Formt sich auf der Netzhaut unserer Erinnerung
Eine magischer Zauber.
Mit tränenden Augen,
Vermischt mit reinstem Glück,
Kehren wir zurück zu unseren Wurzeln,
Vater und Mutter, Kinder der Natur,
Verwirklichte Menschen,
So friedlich, so einfältig,
So bescheiden im Herzen,
So voller Hoffnung.
Die Kinder, ihre Kinder,
Generationen, die so modern sind
Und fast vergessen haben,
Was es bedeutet, in Freiheit zu leben.
Gefangen in den Gesetzen der Gesellschaft
Leben wir nicht, sondern vegetieren vielmehr.
Dieser Hahn, der da singt auf dem Dach,
Inmitten des Gartens, versteckt im Gebüsch.
Sein Echo: eine krähende Operette,
Komponiert von unseren Großeltern.
Sie leben in uns weiter, verklingen nie.
Geist der Erinnerung: das dritte Gottesauge,
Sehend, was wir sind und sein werden.



Os lírios de Lisboa

Catarina é a costela mágica de Adão,
Adão é a outra metade de Catarina,
Catarina é a rosa lírica em botão
Adão é o príncipe que a fascina.

O sol, ao cantar do galo, beija o chão
Chão coberto de rosas, nesse arrebol
Arrebol vivo, fazendo festa, explosão
Explosão de nossa amizade-girassol

E Luís, esse laço de fitas entre pessoas
Pessoas humanas que o amor unir quis
Feliz da araponga que na amizade ecoa

Voa em céus de Catarina, Adão e Luís
Filhos de Eva são os belos lírios de Lisboa,
Terra boa, das rosas o orvalho, o abrigo.



Lissabons Lilien

Catarina ist Adãos magische Hälfte,
Adão ist Catarinas andere Hälfte.
Catarina ist die lyrische Rosenknospe,
Adão ist der Prinz, der sie anzieht.

Mit dem ersten Hahnenschrei küsst die Sonne den Boden,
Erde, mit Rosen bedeckt, in diesem Morgenrot,
Lebendige Morgenröte, festlich, explosiv,
Explosiv wie unsere Freundschaft unter Sonnenblumen.

Und Luis ist eine Schleife, die Menschen verknüpft
Und die Liebe verbindet, und der Weißglöckner,
Der das Echo der Freundschaft besingt.

Fliegt auf in den Himmel von Catarina, Adão und Luís.
Evas Kinder sind Lissabons schönste Lilien.
Fruchtbarer Boden, taunasse Rosen, Geborgenheit.

Weißglöckner, Vogelart mit einer klingelähnlichen Stimme

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